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quarta, 17 de agosto de 2022

Após ‘treta’ em rede social, Omar marca depoimento de Wagner Rosário

Segundo a CPI, ministro-chefe da Controladoria Geral da União tinha conhecimento de atos irregulares cometidos pela Precisa e Marconny Albernaz, mas não fez nada.

16 de setembro de 2021

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Senador revelou, nesta quinta-feira, quais serão os últimos passos da investigação antes da votação do relatório no dia 29 (Foto: Reprodução)

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, senador Omar Aziz (PSD), marcou, nesta quinta-feira (16), os depoimentos que serão tomados na última semana de trabalhos da comissão. O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner do Rosário, será ouvido na próxima terça-feira (21), e o dono da Prevent Senior, Pedro Batista Júnior, que faltou ao depoimento nesta quinta-feira (16), falará na quarta-feira (22). Há ainda a expectativa de que o direto da Precisa Medicamentos Danilo Trento seja chamado para depor na quinta-feira (23)

Para a sexta-feira (24) está prevista a leitura do relatório final do senador Renan Calheiros (MDB/AL), que marcou para os dias 28 e 29 os dias de discussão e votação do documento.

Nesta quinta-feira (16), pelas redes sociais, Omar Aziz e Wagner do Rosário trocaram palavras agressivas. A “treta” começou porque na sessão de quarta-feira o lobista Marconny Albernaz Farias informou que o escritório dele foi alvo de um mandato de busca e apreensão pedido pela CGU. “O ministro prevaricou, pois sabia das ações do senhor Marconny e o deixou agir livremente”, comentou Omar.

Nas redes sociais, Rosário escreveu, marcando o perfil de Omar Aziz: “Calúnia e injúria são crimes. Estou esperando sua convocação”. Omar respondeu na postagem de Rosário: “Prevaricar é crime também”.

O presidente da CPI propôs ainda que seja chamado a depor pelo menos um dos médicos que enviaram à comissão “mensagens e gravações fortíssimas”, relatando ameaças sofridas em hospitais durante a pandemia. Ele submeteu à aprovação requerimento de pedido de informações ao Conselho Regional de Medicina de São Paulo, sobre denúncias de ameaças desse tipo.

Texto: Gerson Severo Dantas

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