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segunda, 08 de agosto de 2022

Amazônia em chamas favorece intervenção militar externa, diz Arthur

Ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto afirmou que irá disputar as prévias do PSDB com o objetivo de inserir as questões da Amazônia no debate eleitoral de 2022.

4 de outubro de 2021

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Nos dois últimos anos o ritmo do desmatamento e das queimadas na região bateram todos os recordes históricos. (Foto: Reprodução)

O ex-prefeito de Manaus Arthur Neto afirmou, nesta segunda-feira (4), que irá disputar as prévias do PSDB para a escolha do candidato à Presidência da República em 2022 com o objetivo de inserir o tema Amazônia na campanha do vencedor. Na avaliação dele, nenhum candidato a presidente pode disputar a eleição com qualidade se não entender a região e souber que uma intervenção militar aqui é possível no médio prazo se não mudarmos a orientação da nossa política ambiental.

Para Arthur Neto, pensar numa intervenção militar liderada pelos Estados Unidos na Amazônia não é algo que está fora do contexto se o Brasil continuar permitindo o desmatamento e as queimadas no ritmo atual. “Isso está mexendo com as mudanças climáticas, o mundo está olhando para essa região”, afirmou o ex-prefeito.

Diplomata por profissão, Arthur Neto explica que uma intervenção militar na Amazônia justificaria uma rearranjo na geopolítica mundial e ninguém se mexeria para reverter a invasão da nossa região. “A China reagiria invadindo e anexando províncias rebeldes, como Hong Kong e Taiwan, com muita facilidade. A Rússia não perderia tempo para anexar as antigas repúblicas que integravam a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Só tiraria o ‘Socialista’ e o ‘Soviética’ do nome, mas retomaria todas”, analisou. “Ninguém faria nada se uma aliança liderada pelos Estados Unidos invadisse a Amazônia”, completou.

Arthur Neto disputará as prévias do PSDB no próximo dia 21 de novembro contra os governadores de São Paulo, João Doria Júnior; e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Doria tem o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso enquanto Leite recebeu o apoio do senador Tasso Jereissatti, que abriu mão de disputar as prévias.

Texto: Gerson Severo Dantas

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