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sábado, 22 de janeiro de 2022

‘A bandeira brasileira não é da minoria bolsonarista’, dispara Omar Aziz

Para o senador pelo Amazonas e presidente da CPI da Pandemia no Senado Federal, bolsonaristas não podem se apropriar da bandeira brasileira e nem das cores verde e amarelo.

14 de setembro de 2021

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Senador Omar Aziz (à esquerda) e Bolsonaro (à direita) (Fotos: Reprodução)

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, no Senador Federal, senador Omar Aziz (PSD), disse, nesta segunda-feira (13), que o eleitorado de Bolsonaro é minoria comparada à nação brasileira, e que o bolsonarismo não pode se apropriar da bandeira brasileira e do verde e amarelo.

“As pessoas têm que entender que todos nós somos brasileiros. A bandeira brasileira não é propriedade só dos bolsonaristas. Todos nós somos brasileiros e devemos torcer pelo Brasil. A gente pode ter divergência política, mas não somos propriedade das cores. É um erro ir de branco, vermelho ou azul às manifestações?”, questionou o senador aproveitando para responder que não é um erro ir às manifestações trajando outras cores que não estampam a bandeira brasileira.

Para o senador, não se deve permitir que nazista, facista e golpistas se apropriem da bandeira. “Desde que o Brasil se tornou independente a bandeira brasileira é essa. Nós não somos divisionistas. Eu moro no Estado do Amazonas, e o Amazonas não quer se separar do Brasil. Então, a bandeira não é de propriedade de uma minoria que acha que pode ser proprietária do Brasil”, disparou Omar Aziz.

O senador aproveitou, ainda, para avaliar o “pedido de desculpas” de Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) após os ataques que o próprio presidente da República falou nos discursos durante as manifestações realizadas no último dia 7, data em que é comemorada a Independência do Brasil.

“Depois de desculpa esfarrada do presidente Bolsonaro, não tenham dúvida de que iria haver o esvaziamento do eleitorado dele. Essas pessoas que foram às manifestações no último domingo (12) não são negacionistas. São pessoas que usam máscara, se protegem e estão torcendo para o Brasil dar certo. Torcendo por um país democrático, pelo Brasil com direito de eleger seus governantes e representantes”, avalia o presidente da CPI da Pandemia.

Ainda de acordo com Omar, as pessoas que torcem pelo Brasil não costumam sair às ruas, em meio à pandemia, desprotegidas e expondo suas famílias. “Quem vai é uma militância, que qualquer coisa que o presidente falar eles cegamente concordam”, análisa Omar.

Para ele, um exemplo disso é os acontecimentos desde o último dia 7 de Setembro. “48h após as manifestações bolsonaristas de 7 de Setembro, uma nota produzida pelo ex-presidente Temer, no primeiro momento, parecia uma ducha de água fria nos bolsonaristas”.

Em seguida, segundo Omar, os bolsonaristas na internet estavam cheios de justificativa. “Eles [Bolsonaristas] diziam ‘Ah, é uma estratégia?’. Não é! A natureza do Bolsonaro é a doa dia 7, não é a do dia 9”, conclui o senador.

Assista a um trecho da entrevista com Omar Aziz:

Texto: Isac Sharlon

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