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sábado, 08 de maio de 2021

No Senado, Queiroga contrapõe posição negacionista de Bolsonaro

Ministro defendeu medidas que o governo federal vinha rejeitando, como autonomia para estados e municípios na decisão sobre medidas restritivas de circulação de pessoas.

29 de março de 2021

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Novo ministro respondeu aos senadores (Foto: Reprodução)

Em audiência nesta segunda-feira (29), a comissão temporária do Senado que acompanha o combate à covid-19 cobrou do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, uma nova gestão para deter a pandemia. Em resposta, Queiroga defendeu medidas que o governo federal vinha rejeitando, como autonomia para estados e municípios na decisão sobre medidas restritivas de circulação de pessoas.

No Senado, ele anunciou comprometimento com o adiantamento de vacinas e com políticas de prevenção do vírus: uso de máscaras e distanciamento social. Queiroga também afirmou que o ministério precisa melhorar a articulação nacional.

“É preciso existir uma articulação entre as três esferas — União, estados e municípios — para fazer o que nós mais sabemos: vacinar a população. Não é uma questão logística, é uma questão de disponibilidade de vacinas para esses primeiros meses”, disse o ministro.

Máscaras e aglomerações

Queiroga respondeu que recebeu autonomia do presidente da República, Jair Bolsonaro, para montar uma equipe técnica, e anunciou a criação de uma secretaria extraordinária para concentrar todos os esforços da pasta no enfrentamento à pandemia. Outra mudança de gestão, segundo ele, será a melhora do diálogo com a sociedade. O ministro disse que o uso de máscaras é uma “obrigação de todos os brasileiros” e recomendou que a população evite “aglomerações fúteis”. A pasta deverá se engajar em campanhas de comunicação sobre esses temas.

— Do ponto de vista prático, para conseguirmos reduzir essa calamidade, temos que investir nas medidas de redução da circulação do vírus: distanciamento social e, a critério de cada estado ou município, de acordo com a situação sanitária, aplicar medidas restritivas mais fortes — declarou.

Fonte: Agência Senado

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