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domingo, 09 de maio de 2021

Colapso no Amazonas: ‘Tempo mostrou que não foi falta de gestão’

Análise foi feita pelo secretário de saúde do Estado, Marcellus Campêlo, ao avaliar seu trabalho diante do pior cenário da pandemia que o AM viveu entre dezembro e janeiro.

6 de abril de 2021

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Marcellus frisou que o Amazonas sempre esteve à frente do vírus (Foto: Divulgação)

Participando de um programa de TV na Rede Tiradentes, na manhã desta terça-feira (6), o titular da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), Marcellus Campêlo, pôde avaliar o atual cenário brasileiro da pandemia causada pelo coronavírus e, também, avaliar as ações do Governo diante do período mais crítico que o estado vivenciou até hoje, ocorrido entre final de dezembro do ano passado e janeiro deste ano.

Hoje, diversos estados brasileiros vivem o que o Amazonas passou há cerca de três meses, apresentando dificuldade na obtenção de oxigênio para oferecer aos pacientes que demandam o insumo e, ainda, uma longa fila de pessoas na espera por um leito hospitalar na rede pública de saúde.

À época, a sociedade civil e alguns políticos aproveitaram a situação para criticar as estratégias adotadas pelo Governo do Amazonas. Hoje, Marcellus se posicionou quanto às críticas, dizendo que, enquanto gestor, ao lado do governador Wilson Lima, fez tudo “que poderia ser feito naquele momento”.

“Não me sinto aliviado [em ver outros estados vivenciando um colapso no sistema de saúde]. Eu e o governador nos sentimos com o dever cumprido, fizemos tudo aquilo que poderia ser feito naquele momento. Criamos e seguimos um plano que esteve à frente do vírus, sempre com a capacidade [hospitalar] ampliada e instalada de forma rápida”, falou o secretário.

Marcellus explicou que o Amazonas ‘saiu do trilho’ quando, em dezembro, houve um crescimento exponencial no número de casos de Covid-19 que dependiam de internações.

“Foi impossível dar continuidade [ao plano de contigência]. Recebemos muitas críticas e ataques políticos. A politização da pandemia aqui é muito forte, mas o tempo mostrou que não é problema de gestão nem de falta de planejamento. A pandemia, hoje, atinge estados com logísticas melhores que a nossa, que sofrem com falta de oxigênio e filas com mais de 600 pacientes na espera por um leito de UTI”, pontuou o titular da SES.

Texto: Rosianne Couto

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