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quarta, 21 de abril de 2021

PIM corre risco de parar por desabastecimento de insumos, diz Fieam

O atraso no abastecimento é devido às restrições ao funcionamento das atividades impostas por outros estados e ainda, à alta do dólar que encarece o custo da matéria-prima.

3 de fevereiro de 2021

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Fábricas têm baixos estoques de insumos e demora na reposição (Foto: Reprodução)

Fabricantes do Polo Industrial de Manaus (PIM) podem parar a produção por falta de insumos. Representantes do setor confirmam a baixa nos estoques e a demora na reposição.

O atraso no abastecimento é devido às restrições ao funcionamento das atividades impostas por outros estados e, ainda, à alta do dólar que encarece o custo da matéria-prima.

“Hoje, não existe um total desabastecimento, mas é um risco real. Os estoques estão baixos e a expectativa de reposição é muito longínqua”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antonio Silva.

Problema em cadeia

O vice-presidente da Fieam, Nelson Azevedo, explica que o problema acontece em cadeia. A continuidade das medidas rígidas de restrição em combate à pandemia do coronavírus no país impacta diretamente na redução dos quadros nas empresas e no transporte de cargas. A alta do dólar também prejudica.

“Dependemos de outros estados no fornecimento e se há redução produtiva, também afeta o Amazonas. A alta do dólar encareceu o custo da matéria-prima importada e consequentemente elevou o custo de produção local. Os fornecedores nacionais e internacionais estão solicitando reajustes nos valores semanalmente”, disse.

Outros fatores

Ainda segundo a Fieam, as indústrias também foram afetadas em razão das doações de insumos e equipamentos para o combate à pandemia, como oxigênio, máscaras e afins, as quais acabaram desabastecendo seus próprios estoques.

A restrição de circulação de cargas e pessoas também teve impacto negativo, embora em menor escala.

A expectativa da indústria é de que, tão logo tenha uma previsibilidade na entrega dos insumos, as atividades industriais sejam retomadas dentro de condições normais.

“Ressalvamos, contudo, que estamos em total consonância com o governo estadual e que a principal missão nossa, neste momento, é auxiliar no enfrentamento à pandemia e salvar o maior número de pessoas possível”, reforçou Antônio Silva.

Reportagem: Priscila Caldas

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