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terça, 15 de junho de 2021

Cúpula do G7 quer incluir medidas justas de recuperação econômica global

Presidente norte-americano, Joe Biden, e os líderes do Grupo dos Sete concordaram em continuar as suas políticas de apoio à economia global "enquanto for necessário".

11 de junho de 2021

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Além do G7, África do Sul, Austrália, Coreia do Sul e Índia participam da reunião (Foto: Reprodução)

A cúpula do G7, que acontece até domingo (13), na Inglaterra, vai discutir medidas para uma “recuperação econômica mais justa, sustentável e inclusiva que responda aos desafios únicos” que se vivem atualmente, anunciou nesta sexta-feira (11) o governo dos Estados Unidos (EUA).

O presidente norte-americano, Joe Biden, e os líderes do Grupo dos Sete concordaram em continuar as suas políticas de apoio à economia global “enquanto for necessário”, para criar uma recuperação “forte e equilibrada”, de acordo com declaração da Casa Branca.

Na nota, as sete economias mais desenvolvidas dizem esperar que a saída da crise gerada pela pandemia “beneficie a classe média e as famílias trabalhadoras”.

Essas medidas seriam, se adotadas, adicionais ao imposto mínimo global sobre as sociedades que os ministros das Finanças do grupo acertaram na semana passada, durante reunião em Londres, e que os EUA consideram “prioridade”.

A taxa, que seria de pelo menos 15%, recebeu impulso decisivo de Biden desde a sua chegada à Casa Branca, depois de os Estados Unidos, sob Donald Trump, terem evitado comprometer-se com essa iniciativa, que está sendo discutida na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE).

“Passo crítico”

A medida é considerada por Washington “passo crítico para acabar com a corrida de décadas ao fundo, que leva as nações a competir sobre quem oferece a taxa mais baixa às grandes empresas à custa da proteção dos trabalhadores, do investimento em infraestruturas e do crescimento da classe média”.

“Ao fazer com que as grandes multinacionais paguem a sua cota-parte e ao aumentar os recursos para financiar as prioridades de renovação interna, um imposto mínimo global sobre as empresas é parte fundamental dos nossos esforços”, acrescentou a nota.

A Casa Branca quer que os países ponham fim ao imposto digital que alguns deles adotaram e destaca que o plano afetará “as grandes multinacionais em geral, tanto nacionais quanto estrangeiras, e não apenas o setor tecnológico”.

Esse princípio “assegurará que as grandes multinacionais paguem um pouco mais nos locais onde operam, independentemente de estar ou não fisicamente sediadas lá”.

De acordo com o Financial Times, o Reino Unido pressiona para que o acordo de imposto sobre as sociedades não se aplique às empresas financeiras, o pilar da sua economia.

Sobre a reunião

Nesta sexta-feira, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, recebe os líderes do G7 em cúpula considerada crucial para o combate e a recuperação mundial da pandemia de Covid-19.

O encontro, que vai até domingo (13), realiza-se na Cornualha, no sudoeste da Inglaterra, e será a primeira presencial entre os líderes em dois anos.

O acesso equitativo às vacinas anticovid-19, com ênfase na redistribuição de doses excedentes dos países membros do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), estará no topo da agenda.

Os líderes do G7 também deverão discutir a transferência de tecnologias e recursos por países e farmacêuticas para facilitar e aumentar a produção de vacinas.

O regresso dos EUA ao Acordo de Paris representa uma oportunidade para avançar com mais compromissos no combate às alterações climáticas.

Além dos sete países, a cúpula da Cornualha conta com a participação da África do Sul, Austrália, Coreia do Sul e Índia, como convidados.

Participam ainda  a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Fonte: Agência Brasil

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