segunda-feira, 24 de junho de 2024

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CULTURA

Matapi retorna ao formato presencial com a participação da Secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga

O evento acontece nos dias 21 e 24 de novembro, no Teatro Gebes Medeiros, avenida Eduardo Ribeiro, Centro de Manaus.
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Fotos: Divulgação/Matapi

Após edição compacta, em 2022, o Mercado Audiovisual do Norte (Matapi) retorna ao formato presencial, entre os dias 21 e 24 de novembro, no Teatro Gebes Medeiros, avenida Eduardo Ribeiro, Centro de Manaus. O evento contará com a participação da Secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura (MinC), Joelma Gonzaga, e promoverá painéis, masterclasses e outras atividades com o objetivo de fomentar a cadeia produtiva do setor na Região Amazônica. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo link https://linktr.ee/matapimercadoaudiovisual.

“É a primeira vez em anos que uma Secretária do Audiovisual vem para Manaus e estamos muito felizes com essa programação. O MinC, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv), está realizando encontros com produtores audiovisuais independentes na macrorregião CONNE [Centro-Oeste, Norte e Nordeste] até o mês de dezembro, onde a primeira ação foi no Mercado SAPI, em Goiânia, e, agora, aqui no Matapi”, revelou Carlos Barbosa, um dos organizadores do evento.

De acordo com ele, ainda, a participação de Gonzaga terá como foco a retomada dos editais de TVs públicas – linha de investimento que visa fomentar a produção audiovisual de conteúdos independentes e regionais às emissoras de televisão do campo público que aderirem ao programa.

“Três edições dessa política já foram realizadas, tendo como resultado a descentralização da produção audiovisual brasileira com distribuição de conteúdo para TVs públicas educativas, universitárias e comunitárias. A iniciativa teve resultados muito importantes para o desenvolvimento da cadeia produtiva das nossas regiões”, completou Carlos.

Além da titular da SAv, o Matapi contará também com representantes da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A ideia é que, além das tratativas sobre os editais de TVs públicas, sejam discutidas ainda políticas de desenvolvimento do setor audiovisual nortista. “É importante que possamos compartilhar nossas demandas e vivências para estreitamento do diálogo com esses órgãos”, finalizou o organizador.

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Ampliação dos recursos – Apoiado em um tripé de atuação que engloba conexão, capacitação e empreendedorismo, o Matapi tem como objetivo conectar os diversos agentes que atuam no audiovisual, dos mais variados lugares, sejam eles profissionais ou estudantes.

“É importante destacar, ainda, as atividades focadas em ampliar as possibilidades de captação de recursos e entender como podemos viabilizar financeiramente os projetos para além do uso da verba pública. Neste sentido, temos, por exemplo, o painel ‘Rede de Talentos e Show Me The Fund’ em parceria com o Projeto Paradiso, onde os produtores poderão ter conhecimento de uma série de fundos internacionais, ampliando, assim, a possibilidade de financiamento de nossas obras e também a masterclass de ‘Como Formatar Projetos para Captação de Recursos’ em parceria com a Rede Igapó”, adiantou Clemilson Farias, também organizador do Matapi.

Sobre o Matapi – Realizado pela Leão do Norte Produções, o Matapi é o primeiro mercado audiovisual do Norte e uma plataforma de articulação que tem como objetivo contribuir na capacitação dos empreendedores para a realidade do mercado audiovisual, estreitar conexões entre as cadeias produtivas e promover a circulação dos produtos amazônicos em outras janelas de exibição.

“Para além desse processo, o evento vem estabelecendo um debate sobre as narrativas amazônicas e suas perspectivas, bem como agregando debates ambientais, reconhecendo a importância de abordar a emergência climática e seus desdobramentos”, comenta Karla Martins, organizadora.

Neste ano, o evento conta com o patrocínio da Luminate, uma fundação global que trabalha para garantir que todas as pessoas – especialmente aquelas que foram, historicamente, subrepresentadas – tenham acesso à informação, aos direitos e ao poder para influenciar as decisões que moldam a sociedade. Também conta com o apoio do Projeto Paradiso e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Amazonas.

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