segunda-feira, 24 de junho de 2024

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Fecomércio AM propõe restrição parcial e gradual de comércio

Em nota divulgada na tarde deste sábado (26), Fecomércio AM aponta "inconsistências encontradas no decreto que restringe atividades comerciais não essenciais" no estado.
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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amazonas (Fecomércio AM) divulgou nota, na tarde deste sábado (26), na qual aponta “inconsistências encontradas no decreto nº 43.234, de 23 de dezembro de 2020, que restringe atividades comerciais não essenciais”.

Na publicação, a entidade defende a ideia de que o Comércio não é responsável pela disseminação do coronavírus, já que o setor se adequou a todos os protocolos de segurança e não pode ser penalizado como sendo a raiz da pandemia.

Para os empresários, o que gera a proliferação da Covid-19 é o não respeito e adequação aos protocolos de segurança.

Ao afirmar que “compreende as dificuldades enfrentadas pelo sistema público de saúde em nosso estado”, a Fecomércio AM propõe a adoção de restrições parciais e graduais nas atividades não essenciais no estado.

Confira a nota na íntegra:

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“A Fecomércio AM entende a necessidade de se reunir com o governador do Amazonas, Wilson Lima, com o intuito de pleitear ajustes em inconsistências encontradas no decreto nº 43.234, de 23 de dezembro de 2020, que restringe atividades comerciais não essenciais.

A entidade compreende as dificuldades enfrentadas pelo sistema público de saúde em nosso estado, mas destaca que o Comércio não é responsável pela disseminação do coronavírus, o que gera a sua proliferação é o não respeito e adequação aos protocolos de segurança.

A Fecomércio AM ratifica que entende a preocupação do governo estadual e se solidariza na busca em preservar a saúde da população, interrompendo o aumento no número de infectados e de mortos pelo coronavírus.

A entidade propõe a restrição de forma gradual e não em sua totalidade das atividades comerciais não essenciais, tendo em vista que o Comércio se adequou a todos os protocolos de segurança e não pode ser penalizado como sendo a raiz da pandemia.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do AM conclama os empresários e trabalhadores do comércio a manterem os cuidados preventivos e assegura que irá manter o diálogo com o governo estadual, no intuito de mitigar os impactos das medidas restritivas sobre a atividade comercial”.

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