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sábado, 23 de outubro de 2021

No Brasil, quase metade das riquezas está nas mãos de 1% da população

De acordo com o relatório sobre riqueza global, no ano passado, a fatia que representa 1% da população mais rica do país concentrou 49,6% de toda a riqueza do país.

26 de junho de 2021

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Números representam o pior nível de concentração de renda em pelo menos 21 anos (Foto: Reprodução)

Em 2020, o Brasil não só continuou sendo um dos países mais desiguais do mundo, como também ampliou em 2,7 pontos percentuais a concentração de renda. De acordo com o relatório sobre riqueza global, feito pelo banco Credit Suisse, no ano passado, a fatia que representa 1% da população mais rica do país concentrou 49,6% de toda a riqueza brasileira. Em 2019, o mesmo grupo detinha 46,9% das riquezas.

Os números representam o pior nível de concentração de renda em pelo menos 21 anos. No ano 2000, o 1% mais rico era dono de 44,2% das riquezas no Brasil.

Ainda de acordo com o relatório, o aumento do abismo entre ricos e pobres no ano passado foi uma tendência mundial, potencializada pela pandemia do coronavírus. Entre as grandes economias, por exemplo, apenas França e Alemanha registraram redução no índice de desigualdade em 2020.

Em comparação com grandes economias da América Latina, como México e Chile, o Brasil fica muito atrás em termos de distribuição de renda.  No México, a proporção da riqueza na mão do 1% mais rico caiu de 40,1% em 2000 para 33,6% em 2020. No Chile, a queda foi de 42,8% para 31% no mesmo período.

Ainda no âmbito global, o relatório aponta que, no final de 2020, cerca 50% dos adultos mais pobres, em conjunto, detinham apenas 1% da riqueza. Por outro lado, a fatia correspondente aos 10% mais ricos tinha 82% da riqueza global, sendo que o topo da pirâmide (1%) tem quase metade (45%) de toda a riqueza.

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