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domingo, 26 de setembro de 2021

Faturamento do PIM deve ter alta de quase 30% em 2021, projeta Fieam

Segundo estimativas da Fieam, o ano de 2021 alcançará patamar de R$ 155 bilhões em faturamento, ficando superior ao nível de 2020 em aproximadamente 29,16%.

2 de setembro de 2021

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Só no segundo semestre, o PIM deverá apresentar crescimento superior a 10% (Foto: Reprodução)

Em artigo publicado na última terça-feira (31) no site da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), o presidente da entidade, Antônio Silva, afirmou que o setor deverá ter, em 2021, crescimento de quase 30% no faturamento em relação ao ano de 2020.

De acordo com a publicação, intitulada “Bons ventos para a indústria no 2° trimestre“, o desempenho positivo deverá acontecer mesmo com os gargalos enfrentados pela indústria local, como o aumento dos combustíveis, recrudescimento inflacionário, subida dos custos de produção, escassez de componentes, impactos negativos nos custos logísticos e as limitações provocadas pela pandemia.

“Caso nossa previsão se concretize, o ano de 2021 alcançará patamar de R$ 155 bilhões em faturamento, ficando superior ao nível de 2020 em aproximadamente 29,16%”, diz o texto.

Segundo o empresário, só no segundo semestre, o Polo Industrial de Manaus (PIM) deverá apresentar crescimento superior a 10% no faturamento e na produção, em comparação com os primeiros seis meses do ano.

Ele atribui a alta às encomendas de produtos para as festas de fim de ano. O empresário lembra ainda que, tradicionalmente, o período entre julho e dezembro é marcado pelo incremento nos números de produção e faturamento no PIM.

Números do 2º trimestre superam níveis pré-pandemia

Como o título do artigo antecipa, Antônio Silva destaca também o desempenho positivo da atividade industrial do Estado no segundo trimestre deste ano, em comparação com o primeiro, segundo dados apurados na Pesquisa Indicadores Industriais do Estado do Amazonas, com amostra de médias e grandes empresas, realizada pela Fieam, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Conforme as variáveis apresentadas, entre abril e junho deste ano, a indústria do Amazonas registrou: crescimento do faturamento em 30,13%; incremento de 0,68% no nível de emprego; aumento de 3,4% nas horas trabalhadas na produção; crescimento de 3,42% na massa salarial; e aumento de 8,37 pontos percentuais (p.p.) na utilização da capacidade instalada (UCI). 

Esses números, segundo Silva, superam o desempenho registrado pela indústria local no segundo trimestre de 2019, ou seja, antes da pandemia.

“Como podemos constatar: faturamento superior em 189,92%; total de pessoal empregado em 15,76%; horas trabalhadas na produção superior em 15,33%; e UCI superior em 7,19 p.p. Apenas a massa salarial apresentou índice negativo de 5,19%. Isso prova que superamos índices industriais alcançados antes da pandemia”, destacou.

“Comparando esse desempenho do segundo trimestre de 2021 com o mesmo período de 2020, já sobre os efeitos negativos da Covid-19, temos um desempenho ainda mais significativo: faturamento total superior em 361,95%; emprego com incremento de 9,02%; horas trabalhadas na produção maior em 64,09%; massa salarial cresceu em 26,64%; e UCI com aumento de 13,17 p.p”, completou o presidente da Fieam.

Ele ressalta, no entanto, que esses dados levantados se referem a amostras de médias e grandes empresas do Polo Industrial de Manaus e não aos dados reais gerais de todas as indústrias.

“Caminho do entendimento”

Antônio Silva finaliza o artigo fazendo um apelo por uma retomada do diálogo saudável entre as instituições brasileiras, condição Sine qua non para a retomada do crescimento econômico do país.

“Por tudo que pretendi expor nessas poucas linhas está a nossa esperança de que os Poderes constituídos da nossa Nação possam trilhar o caminho do entendimento e da superação de obstáculos, colaborando assim para a tranquilidade e o desenvolvimento sustentável do Brasil”.

Texto: Lucas Raposo

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