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domingo, 19 de setembro de 2021

Eneva apresenta ações sociais e iniciativas para redução de emissões

Ações constam do Relatório de Sustentabilidade 2020. Por meio do documento, a companhia divide com a sociedade o impacto das principais ações ao longo do último ano.

3 de agosto de 2021

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Entre os destaques, estão os investimentos de R$ 1,2 bilhão em Azulão-Jaguatirica (Foto: Reprodução)

A Eneva lançou a segunda edição do seu Relatório de Sustentabilidade, que está disponível em eneva.com.br/rs2020. Por meio do documento, a companhia divide com a sociedade, comunidades do entorno de suas operações, colaboradores, fornecedores, bem como acionistas e investidores, o impacto das principais ações ao longo de 2020.

“Foi um ano marcado por desafios sem precedentes em nossa história, que nos instigaram a repensar nossa forma de atuar e o nosso papel perante a sociedade”, afirma o CEO da empresa, Pedro Zinner.

Segundo o executivo, a empresa visa continuar crescendo de forma responsável, fornecendo energia segura, gerando emprego e renda, sempre atenta ao impacto ambiental das operações. “A publicação do relatório 2020 reafirma nosso compromisso com a sustentabilidade dos nossos negócios, acelerando nosso papel na transição energética e nos consolidando como uma empresa inteligente na oferta de soluções”, complementa.

O relatório destaca que os investimentos realizados no ano passado nos projetos da companhia tiveram como um dos principais focos a redução da intensidade das emissões na atmosfera, além de ações sociais.

Entre os destaques, estão os investimentos de R$ 700 milhões nos projetos termelétricos do Complexo Parnaíba V (MA) e R$ 1,2 bilhão no projeto integrado Azulão-Jaguatirica (AM e RR), assim como as doações para ajudar no combate à Covid-19, que somaram R$ 23 milhões.

O fechamento de ciclo de usinas a gás natural no Complexo Parnaíba, por exemplo, levará à redução estimada de 35% na intensidade de emissões do parque de geração a gás. Já a usina Jaguatirica II, que faz parte do projeto integrado Azulão-Jaguatirica, reduzirá em 35% as emissões de CO² na matriz de geração do estado de Roraima, quando entrar em operação na capital Boa Vista.

“A descarbonização deverá ser um processo longo, com muitas soluções, acontecendo em diferentes ritmos ao redor do mundo. Ainda precisamos de grandes descobertas em tecnologias que nos permitirão fornecer energia limpa à matriz energética em dias sem vento, nublados ou durante a noite, mas acreditamos que estamos caminhando neste sentido”, complementa Zinner.

O documento traz um panorama geral da companhia, relata os impactos econômicos, ambientais e sociais das atividades da empresa. Além disso, apresenta os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) prioritários e uma matriz de materialidade com os tópicos mais relevantes das operações.

A lista de temas inclui a contribuição para o desenvolvimento socioeconômico local, segurança energética, prevenção da poluição, gestão de emissões, proteção à biodiversidade, erradicação da pobreza, entre outros.

“A Eneva segue uma jornada crescente no campo ESG. Temas como ética, compliance, transparência, compromissos e ações voltadas para o meio ambiente – como redução de emissões, menor uso de recursos naturais e programas de desenvolvimento social e sustentável – estão cada vez mais no cotidiano da companhia. Entendemos que preservar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, encontrar soluções que reduzam as desigualdades, como soluções baseadas na natureza, pode ter um amplo impacto sistêmico positivo”, afirma Anita Baggio, diretora de Gente, Performance, ESG, HSE, Responsabilidade Social, Comunicação & Cultura da Eneva.

Sobre o Relatório

O relatório adota os padrões internacionais de GRI (Global Reporting Initiative), que observam os Princípios para Definição do Conteúdo do Relatório e o Princípio da Materialidade.

O documento também considera os indicadores específicos dos setores de Óleo & Gás e de Energia da Sustainability Accounting Standards Board (SASB), ferramenta que permite a identificação, gestão e comunicação dos temas mais relevantes, do ponto de vista financeiro e de sustentabilidade, para cada setor.

Estratégia – Para viabilizar a transição energética e assegurar o crescimento do Brasil e dos negócios de maneira sustentável, a Eneva mantém sua estratégia de atingir uma capacidade contratada de geração de 4,7 GW até o fim de 2023.

“Essa meta poderá ser alcançada tanto por meio do desenvolvimento de projetos greenfield, térmicos a gás ou renováveis, quanto por ativos adquiridos por meio de fusões e aquisições. Consideramos ainda parcerias com empresas de E&P internacionais para desenvolvimento e construção de usinas termelétricas a gás natural”, afirma Marcelo Habibe, Diretor de Finanças e Relação com Investidores.

Além disso, a empresa quer viabilizar o acesso ao gás natural em locais onde não há suprimento.

“Mapeamos as oportunidades de negócios e engajamos grandes clientes em todo o País, mas, principalmente, nas regiões Norte e Nordeste, onde já possuímos operações. Com essa estratégia, vamos usar nossa vantagem logística para democratizar a chegada do gás natural às regiões menos atendidas, promovendo mais competitividade aos processos de nossos futuros clientes e viabilizando a fonte como uma solução complementar para geração de energia mais limpa, em substituição a combustíveis líquidos como o diesel e o óleo combustível”, diz Habibe.

Combate à Covid – Para ajudar no combate à Covid-19, a Eneva investiu cerca de R$ 23 milhões ao longo de 2020. O dinheiro foi usado na aquisição de testes de detecção do coronavírus, equipamentos de saúde, medicamentos, kits de higiene e de limpeza hospitalar, cestas básicas, máscaras, entre outros itens que foram doados aos municípios próximos às operações da empresa nos estados do Amazonas, Ceará, Maranhão, Rio de Janeiro e Roraima.

Sobre a Eneva

A Eneva é maior operadora privada de gás natural do Brasil e uma empresa integrada de energia, que atua da exploração e produção (E&P) do gás natural até o fornecimento de soluções de energia. A companhia possui ativos de E&P nos estados do Amazonas e Maranhão.

Atualmente, opera 10 campos de gás natural nas Bacias do Parnaíba (MA) e Amazonas (AM).

Adicionalmente, possui nestas regiões uma área total sob concessão superior a 60 mil km². Com um parque de geração termelétrica com 2,8 GW de capacidade instalada, a Eneva produz energia segura e competitiva para o sistema elétrico brasileiro. Seus ativos de geração estão localizados nos estados do Maranhão (Complexo Parnaíba e Itaqui), Ceará (Pecém II) e Roraima (Jaguatirica II).

Pioneira por natureza, a Eneva desenvolveu um modelo de negócio inédito no Brasil: o Reservoir-to-Wire (R2W), que consiste na geração térmica integrada aos campos produtores de gás natural.

Com isso, a companhia desempenha um papel importante na transição da matriz energética brasileira, oferecendo energia a partir de um combustível flexível, mais limpo, econômico e eficiente.

Listada no Novo Mercado da B3 (Bolsa de Valores brasileira) desde 2007, a empresa integra o Ibovespa, entre outros índices da Bolsa. A Eneva visa continuar crescendo de forma responsável, oferecendo soluções de energia confiáveis e acessíveis para a sociedade.

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