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sábado, 23 de outubro de 2021

Comércio prevê crescimento de 3,8% na arrecadação em dia das mães

Consumidor pretende investir valores entre R$101 e R$200 com maior tendência para compra de itens de perfumaria e cosméticos, seguido de vestuário e calçados.

28 de abril de 2021

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Comércio espera crescimento nas vendas em dia das mães. (Foto: Reprodução)

As vendas alusivas ao Dia das Mães devem aquecer o comércio com incremento de 3,8% na arrecadação, em relação a igual período de 2019, com receita bruta estimada em mais de R$147,7 milhões.  

A previsão é do resultado da Pesquisa de Intenção de Compras para o Dia das Mães, divulgada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM). O levantamento aconteceu por meio de aplicação de 582 questionários eletrônicos (e-mail e aplicativo de mensagens). 

Conforme a pesquisa, 36,8% dos entrevistados afirmou que pretende investir valores entre R$101 e R$200 na compra de presente para o dia das mães. Enquanto 28,9% pretende gastar entre R$51 e R$100.  

Um grupo que representou 21,1% dos participantes não decidiu sobre o valor a ser gasto. 

Quanto ao produto a ser presenteado, maior parcela dos entrevistados, o que representa 26,9%, informou que pretende presentear perfumes e cosméticos. A segunda opção, segundo a pesquisa, é o vestuário, com 19,5%. Seguido de calçados com 16,7%. 

Para o presidente da CDLM, Ralph Assayag, a reabertura do comércio e demais segmentos econômicos permite a projeção de resultados positivos para a economia. Ele acredita que a injeção de investimentos feitos pelos governos estadual e federal devem impulsionar as vendas nas próximas semanas. 

“O pagamento do benefício aos servidores da saúde do estado mais o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário do funcionalismo estadual, além da liberação do auxílio emergencial deverão mexer com a economia”, disse. 

“As pessoas não puderam presentear as mães em 2020 por conta da pandemia e agora as lojas estão abertas e dispondo facilidades em pagamentos. O cenário é propício”, completou o empresário. 

A pesquisa desconsiderou números de 2020 por conta da pandemia que obrigou o setor a fechar as portas.

Reportagem: Priscila Caldas

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