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terça, 25 de janeiro de 2022

Após privatização da Eletrobrás, indústria espera redução na tarifa de energia

Empresários afirmam que caso privatização ocorra conforme promessas do governo federal, investimentos podem gerar redução nos custos e barateamento ao consumidor.

24 de junho de 2021

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MP da privatização da Eletrobrás seguiu para sanção presidencial. (Foto: Reprodução)

Com aprovação Medida Provisória (MP) 1.031/2021, que viabilizou a privatização da Eletrobrás, representantes da indústria torcem para que a desestatização resulte em investimentos ao setor energético que efetivamente gerem redução na cobrança das tarifas de energia elétrica e barateamento ao produto final.

O presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, destacou que a redução nos custos da energia elétrica possibilitará a contenção dos custos em cadeia, beneficiando consequentemente o consumidor final.

“Precisamos entender que hoje pagamos muito caro por um serviço de baixa qualidade. A expectativa é que, em se privatizando, investimentos sejam feitos para melhorar a qualidade do fornecimento de energia elétrica. Certamente, toda e qualquer medida de redução de custo favorece a todos, cidadão, indústria e comércio”, analisou o empresário.

Para o presidente da Federação da Indústria do Estado do Amazonas (Fieam), Antonio Silva, o assunto demanda análise aprofundada. Ele afirma que, em tese, a privatização traria uma formatação mais célere e competitiva, mas que alguns pontos necessitam de ajustes para que o objetivo seja alcançado.

“É preciso atentar aos dispositivos que estão sendo incutidos no processo, os quais dispõem sobre a fonte, quantitativo e localização da construção de novas térmicas. Essas imposições podem trazer um custo imediato para as contas”, analisa.

“A Eletrobrás comercializa a energia a um custo menor, haja vista que é produzida em usinas antigas que tiveram seus custos amortizados ao longo dos anos de operação. Há o risco de encarecimento também a partir da venda a preços de mercado”, concluiu.

Texto: Priscila Caldas

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