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domingo, 28 de novembro de 2021

AM é líder em investimento em recursos humanos altamente qualificados

Com recursos de mais R$ 100 milhões, Programa de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu, da Fapeam, investe na formação de recursos humanos altamente qualificados no estado.

23 de outubro de 2021

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Investimento de 2021 nessa linha de ação supera R$ 29 milhões (Foto: Divulgação)

Com investimento de mais R$ 100 milhões no Programa de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (Posgrad), o Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), é o que mais investe na formação de recursos humanos altamente qualificados e ocupa o primeiro lugar entre os estados na oferta de bolsas a alunos de cursos de mestrado e doutorado.

A diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales Mendes Silva, comemorou a notícia e disse que de 2019 a 2021 já foram investidos pelo Governo do Amazonas na formação de recursos humanos para ciência, tecnologia e inovação (CT&I), mais de R$ 100 milhões.

E o investimento de 2021 nessa linha de ação supera R$ 29 milhões. Acrescentou, ainda, que de 2018 a 2021 o número de bolsas  ofertadas pelo Posgrad saltou de 659 para mil cotas para estudantes da capital e interior, nas modalidades de mestrado e doutorado.

“Esse expressivo montante de investimento em recursos humanos retrata a visão estratégica que o Governo do Amazonas tem em relação à CT&I, uma área fundamental, que associada à gestão pública, contribui decisivamente para o desenvolvimento econômico e social do nosso estado”, comentou a diretora-presidente.

Análise do fomento

Os recursos do tesouro do Amazonas investidos na pós-graduação foram destacados pelo presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), Odir Antônio Dellagostin.

Para ele, o Governo do Amazonas vem dando uma grande contribuição para a formação de recursos humanos altamente qualificados, o que gera aumento no número de mestres e doutores atuantes em pesquisa, nos institutos de ciência e tecnologia, e nas empresas, alavancando a inovação e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do estado.

“Isso permite uma gradual migração da economia baseada no trabalho para uma economia baseada no conhecimento, tão importante neste século XXI”, comentou o pesquisador.

O estudo tomou como parâmetros a base de alunos matriculados de 2019 (a mais atual disponível para análise) e a média do quantitativo de bolsas ofertadas pelas agências de fomento no período de 2018 a 2020.

Os dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) foram obtidos do Sistema de Informações Georreferenciadas (GeoCapes); os dados do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do portal de dados abertos da instituição; e os das fundações de amparo à pesquisa, foram declarados pelas FAPs.

“No Amazonas, sem a contribuição da Fapeam, o percentual de atendimento com bolsas da Capes e CNPq seria de 44% no doutorado e de apenas 36% no mestrado. No entanto, com a contribuição da Fapeam, o percentual de alunos matriculados atendidos com bolsa sobe para 73,6% no doutorado e 62,1% no mestrado, colocando o Amazonas entre os estados com o maior percentual de alunos matriculados na pós-graduação atendidos com bolsa”, explica Dellagostin.

De 2019 a 2021, a Fapeam já investiu quase R$ 300 milhões em CT&I, distribuídos em 50 programas de ciência, tecnologia e inovação. Para fortalecer a formação de recursos humanos altamente qualificados no Estado. A edição 2021 do Posgrad ofertou o maior número de bolsas já concedidas pela Fundação.

Os dados do artigo “Análise do fomento à Pesquisa no país e a contribuição das agências federais e estaduais”, de autoria de Dellagostin, foram publicados na Revista Inovação e Desenvolvimento da Facepe, Volume 2, Edição nº 06/2021 -, e apresentados aos presidentes das fundações de amparo à pesquisa (FAPs), na última edição do Fórum Virtual do Confap.

O Confap é uma organização sem fins lucrativos, que tem por objetivo promover uma melhor articulação dos interesses das agências estaduais de fomento à pesquisa científica, tecnológica e de inovação no Brasil. O Conselho congrega 26 FAPs, e trabalha como parte ativa do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

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