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domingo, 14 de agosto de 2022

China, México e Afeganistão foram os piores países para jornalistas

Ano termina com mais jornalistas presos e menos assassinados em comparação a 2020, de acordo com ONGs que tratam da liberdade de imprensa.

5 de janeiro de 2022

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Recentemente tomado pelo Talibã, o Afeganistão figura entre os três países mais perigosos para jornalistas (Foto: Fardin Waezi/ONU)

Levantamento de ONGs de liberdade de imprensa sobre os piores lugares para o jornalismo em 2021 conclui que mais profissionais de imprensa encontram-se atrás das grades neste momento em comparação a dezembro do ano passado, enquanto menos perderam a vida devido ao seu trabalho em 2021. Mas ainda assim o número de perdas é alto, variando entre 46 e 77, dependendo da metodologia. 

O consenso entre as instituições é que a China se mantém como a maior carcereira de jornalistas. México e Afeganistão destacam-se como nações com mais mortes violentas, considerando que o primeiro País é um regime democrático lidando com facções criminosas e o segundo é teve o poder tomado à força por um grupo extremista.

A ONG Repórteres Sem Fronteiras, com sede na França e responsável pelo publicação de um índice anual de liberdade de imprensa que cobre 180 países, contou 46 profissionais de imprensa assassinados em 2021.

O Brasil não aparece entre as nações com mais representantes da mídia mortos ou presos em 2021, mas figura entre os principais onde perseguições e ameaças tiveram crescimento.

A contagem de perdas na imprensa em 2021 não inclui os profissionais vítimas do coronavírus. Nesse caso do efeito do vírus, o Brasil teve o maior número de mortes da categoria devido à Covid-19, em 2021, somando 293 jornalistas. Esses dados da pandemia são da a PEC Emblem Campaign, com sede em Genebra.

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