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quinta, 20 de janeiro de 2022

Cenário epidemiológico aponta queda nas notificações de rabdomiólise

Doença causada, ao que parece, pela ingestão de peixes contaminados, segue monitorada pelas autoridades sanitárias do Estado.

4 de dezembro de 2021

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Por conta do surto de rabdomiólise registrado neste ano, vendedores de tambaqui tiveram prejuízo nas vendas. (Foto: Reprodução)

Um novo boletim produzido pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Doutora Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) atualizou, neste sábado (4), o cenário epidemiológico da rabdomiólise no Amazonas. Conforme o novo boletim, são 124 casos notificados, em 14 municípios do Amazonas.

Do total de notificações (124), 68 (55%) casos atendem à definição de caso compatível e 56 (45%) casos foram descartados. Permanecem em 10 municípios que registraram casos compatíveis com a doença: Itacoatiara (37), Parintins (12), Manaus (6), Urucurituba (4), Silves (3), Maués (2), Autazes (1), Caapiranga (1), Itapiranga (1) e Manacapuru (1).

Dos 68 casos compatíveis, dois (3%) foram registrados em novembro, ambos residentes de Itacoatiara, sendo um caso nos últimos 14 dias.

“Percebe-se redução no número de notificações realizadas pelas secretarias municipais de saúde. No entanto, todas as forças de vigilância continuam sensíveis para identificar casos suspeitos da síndrome”, destaca a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim.

Dos 68 casos compatíveis, conforme o boletim, 60% (41) são homens. Em relação à faixa etária dos acometidos, 63% (43) pessoas são maiores de 40 anos, seguido da faixa etária entre 20 a 39 anos, com 21% (14) dos casos.

Quanto aos sinais e sintomas mais frequentes entre os pacientes integrantes do grupo de casos compatíveis, destacam-se: mialgia (100%), seguido de náuseas (75%) e fraqueza muscular (68%).

A rabdomiólise é uma síndrome clínico-laboratorial que decorre da lesão muscular com a liberação de substâncias intracelulares para a circulação sanguínea. Ocorre normalmente em pessoas saudáveis, na sequência de traumatismos, atividade física excessiva, crises convulsivas, consumo de álcool e outras drogas, infecções e ingestão de alimentos contaminados que incluem o pescado. 

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