sexta-feira, 14 de junho de 2024

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Depois de trégua, Bolsonaro retoma ataques ao sistema eleitoral

Em entrevista, o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que as Forças Armadas levantaram "dúvidas" sobre o sistema eleitoral, mas que não foram respondidas pelo TSE.
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O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a questionar neste sábado (12) a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro.

Ao mais uma vez distorcer os fatos para criar uma narrativa a seus apoiadores, o chefe do Executivo afirmou que as Forças Armadas levantaram “dezenas de dúvidas” sobre o sistema, que não foram respondidas dentro do prazo pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Bolsonaro concedeu entrevista na manhã deste sábado (12) à rádio Tupi de Campos dos Goytacazes (RJ). O entrevistador foi o ex-governador Anthony Garotinho, que levou uma conversa cordial, ao abordar apenas temas de interesse de Bolsonaro e abrir margem para ele discorrer sobre as realizações de seu governo.

O apresentador do programa questionou o presidente sobre a visão dele sobre a diferença entre a sua posição nas pesquisas de intenção de votos e a popularidade que ele verifica em suas viagens pelo país.

Bolsonaro então criticou os institutos de pesquisa e aproveitou para novamente criticar o sistema eleitoral. Disse ver com “preocupação” a situação e disse que o sistema não é da “confiança de todos nós”.

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“E agora a gente vê com preocupação. Não quero entrar em detalhes, mas temos um sistema eleitoral que não é de confiança de todos nós ainda.”

“A máquina, tudo bem, a máquina não mente. Mas quem opera é um ser humano. Então ainda existem muitas dúvidas no tocante a isso e a gente espera que nos próximos dias a gente tire essa dúvida”, afirmou o presidente.

Assim como já havia feito em sua live na última quinta-feira, Bolsonaro voltou a afirmar que as Forças Armadas levantaram “dúvidas” sobre o sistema eleitoral. Acrescentou que pedidos de esclarecimentos foram enviados ao TSE e que “nada responderam”.

Afirmou ainda que o ministro Walter Braga Netto (Defesa) vai procurar o presidente do tribunal, ministro Luís Roberto Barroso, para cobrar as informações que foram solicitadas pelo “nosso pessoal da guerra cibernética”.

Da Redação, com informações da Folha de SP

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