segunda-feira, 24 de junho de 2024

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Caminhoneiros do Amazonas descartam adesão à greve nacional

Representantes do segmento afirmam que o estado enfrenta situação caótica decorrente da pandemia e a paralização do transporte prejudicaria ainda mais a população.
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Comércio poderá ser prejudicado por manifestação dos transportes

Caminhoneiros do Amazonas negam a possibilidade de adesão à greve nacional anunciada pelo Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), com início previsto para esta segunda-feira (1º).

Representantes do segmento afirmam que o estado enfrenta situação caótica decorrente da pandemia e a paralização do transporte prejudicaria ainda mais a população.

Segundo a secretária da Federação das Empresas de Logística, Transporte e Agenciamento de Cargas da Amazônia (Fetramaz), Raquel Vidal, as empresas são contrárias ao movimento nacional. Ela assegura que os trabalhos e os fluxos de transportes de cargas permanecem normais.

“Essa greve não afetará o Amazonas. As empresas repudiam qualquer atitude de paralização. O momento é crítico e é impossível pensar na possibilidade de parar o transporte”, afirmou.

Momento de contribuição

O presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos do Amazonas, Antonio Sérgio da Silva, concorda que o momento é de contribuição da categoria por meio do abastecimento de produtos às feiras e comércios.

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Para Silva, abastecimento no Amazonas não será afetado porque ainda que em menor volume, as cargas continuarão chegando por meio fluvial.

“Esse movimento pode até se concentrar em alguns estados do sul e sudeste, mas não deverá ganhar força necessária para configurar paralização nacional”, avaliou. “Entre 25% e 30% dos alimentos perecíveis chegam por rodovia, o restante chega pelos rios. Não seremos prejudicados”.

Reportagem: Priscila Caldas

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