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quinta, 09 de dezembro de 2021

Supremo determina que Ricardo Salles entregue passaporte às autoridades

A decisão da ministra do STF, Cármen Lúcia impede que o ex-ministro do Meio Ambiente deixe o país durante as investigações em que tem seu nome envolvido.

25 de junho de 2021

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Salles aparece em outro inquérito, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução)

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles devolva seus passaportes às autoridades. Salles, que pediu demissão nesta quinta-feira (24), é investigado por obstrução de Justiça em dois inquéritos na corte.

O caso onde houve o pedido de retenção do passaporte ocorreu em processo aberto no início do mês, relativo a uma possível interferência de Ricardo Salles à Operação Hadroanthus. O inquérito foi aberto com base em uma notícia-crime protocolada pelo delegado da Polícia Federal Alexandre Saraiva e atendia a um pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Em abril, na condição de superintendente da PF no Amazonas, Saraiva enviou ao STF uma notícia-crime contra Salles. Entre as acusações está a de interferir na operação Handroanthus, obstruindo a ação de fiscalização ambiental. A operação, realizada no âmbito da PF, apreendeu no final de 2020 cerca de 220 mil metros cúbicos de madeira derrubada de forma ilegal no estado do Pará. Saraiva foi exonerado do cargo de superintendente após a apresentação da notícia-crime.

Também de acordo com a Polícia Federal, a estimativa é de que a madeira apreendida tenha valor superior aos R$ 130 milhões no mercado clandestino. Há outro inquérito aberto contra Ricardo Salles na corte, com relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

A decisão de Cármen Lúcia impede que o ex-ministro deixe o país durante as investigações do STF. Situação semelhante ocorreu em junho do ano passado, quando Abraham Weintraub, investigado por instigar no presidente da República a ideia de prender ministros da suprema corte, saiu do Brasil antes de deixar o cargo de ministro da Educação. Hoje, Abraham é diretor do Banco Mundial, em Washington, cargo dado pelo governo Bolsonaro.

Do Congresso em Foco

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