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sexta, 05 de maro de 2021

Senacon combate o comércio de vacinas falsificadas

A Secretaria início às medidas de combate à comercialização de vacinas falsificadas contra a covid-19. As ações terão apoio dos Procons, da Polícia Federal e Receita Federal.

16 de janeiro de 2021

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A Senacon alerta sobre o perigo na aquisição de vacinas falsas. Foto: Agência Brasil.

A Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) do Ministério da Justiça e Segurança Pública deu início às medidas de combate à comercialização de vacinas falsificadas contra a covid-19. A prática de venda dessas supostas vacinas foi comunicada pelo Procon de São Paulo.

De acordo com o secretário executivo do Comitê Nacional de Combate à Pirataria, vinculado à Senacon, Guilherme Vargas, a questão é urgente.

“Avaliamos a urgência do tema e acionamos a Anvisa e as outras pastas do para estabelecer estratégia conjunta para garantia a saúde e a segurança dos consumidores brasileiros”, declarou

Com ação conjunta, ações de fiscalização e de repressão serão realizadas. A Senacon estuda a elaboração de campanhas de conscientização dos consumidores e veiculação de alertas nas mídias sobre os riscos da comercialização de vacinas falsificadas contra a covid-19.

A Senacon e a presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Juliana Domingues, alerta sobre o perigo na aquisição de vacinas falsas.

“A comercialização de vacinas falsificadas expõe a enorme risco a saúde e a segurança do consumidor, pois são produtos fraudulentos e sem qualquer eficácia comprovada. As autoridades sanitárias ainda não liberaram a comercialização de vacinas no Brasil, o que demonstra que sites que oferecem o produto podem estar tentando captar dados pessoais e bancários dos consumidores”, disse.

Com o anseio da população pela vacina, já foram identificadas tentativas de comercialização de produtos falsificados em todas as regiões do Brasil. O Conselho também solicitou apoio aos Procons e à Polícia Federal via ofício encaminhado neste sábado (16).

Com a expansão do comércio eletrônico, especialmente durante a pandemia, a comercialização de produtos pirateados no meio digital já é de conhecimento do comitê de combate à pirataria, que atua em conjunto com as polícias e Receita Federal.

Fonte: Agência Brasil

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