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terça, 15 de junho de 2021

PGR é contra pedido de prisão e afastamento do ministro Ricardo Salles

A Procuradoria também defende que cabe ao Ministério Público (MP) formular posteriormente uma denúncia, caso entenda que há elementos para isso.

11 de junho de 2021

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Salles é investigado por facilitar a exportação ilegal de madeira (Foto: Reprodução)

A Procuradoria Geral da República (PGR) defendeu ontem (10) no Supremo Tribunal Federal (STF) a rejeição do pedido de prisão e afastamento do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Para a PGR, partes externas à investigação não podem fazer esse tipo de pedido dentro do processo, ação que caberia somente à própria Procuradoria.

O pedido de afastamento de Salles foi solicitado e protocolado pela advogada Cibele Berenice Amorim, que acusa o ministro de atrapalhar a investigação da PF (Polícia Federal) ao ter se recusado a entregar o seu celular às autoridades. Salles nega a acusação.

No documento enviado ao STF, o vice-procurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros, que assina a manifestação, argumenta que “a representante é parte ilegítima para postular a adoção das medidas”.

Em maio, a Polícia Federal deflagrou a Operaçao Akuanduba, com a maior apreensão de madeira da história e para investigar suposta facilitação para exportação ilegal de madeira do Brasil para os Estados Unidos e Europa.

A operação fora autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Na ocasião, o presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Eduardo Bim, um dos alvos da investigação, foi afastado do cargo. Além de Bim, outros nove servidores também foram afastadas de seus postos.

A Procuradoria também defende que cabe ao MP (Ministério Público) formular posteriormente uma denúncia, caso entenda que há elementos para isso.

A PGR ainda ressalta que o próprio Salles entregou, no dia 7 de junho, o celular dele à Polícia Federal para análise, a fim de colaborar com as investigações.

“Consequentemente, eventuais ilações acerca de resistência a deteterminação judicial pelo investigado estão superadas pela entrega voluntária de seu telefone celular”, afirmou o vice-procurador-geral.

Com informações do UOL

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