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sábado, 27 de novembro de 2021

Mais uma baixa no governo Bolsonaro. Weintraub pede para sair

O ministro Abraham Weintraub deixa o ministério da educação, mas antes extingue cotas para negros, indígenas, pardos e deficientes em pesquisas de pós-graduação

18 de junho de 2020

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Agência Brasil

O ministro da educação Abraham Weintraub não faz mais parte do Governo. Ele postou na conta do twitter um vídeo em que comunica ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que deixará a pasta.

“Dessa vez eu estou saindo do MEC. Nesse momento não quero falar sobre os motivos da minha saída, não cabe. O importante é dizer que recebi um convite para ser diretor de um banco”, justificou Weintraub antes de afirmar que continua apoiando o presidente e em seguida pedir um abraço dele.

Quando assumiu a pasta, em abril do ano passado, o ministro prometeu mudar a educação no Brasil e combater a doutrinação Marxista na educação básica e nas universidades federais. Era preciso dar espaço para a difusão de ideias diferentes, como o liberalismo econômico e a meritocracia e aplicar melhor o uso do dinheiro público.

Melhorar a alfabetização no Brasil e tomar decisões de acordo com evidências científicas e não “de acordo com a ideologia de esquerda”, também era uma de suas metas a frente do ministério que tem orçamento de R$ 130 bilhões anuais

No apagar das luzes

Antes de deixar a pasta, o Weintraub revogou uma portaria de 2016 e extinguiu cotas para negros e indígenas, pardos e pessoas portadoras de deficiências em cursos de pós-graduação.  A medida já foi publicada no diário oficial da união.

A dificuldade de Weintraub em se relacionar com as etnias brasileiras ficou evidente deste a polêmica reunião do dia 22 de abril, quando ele disse disse que odiava o termo “povos indígenas”.

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