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domingo, 05 de dezembro de 2021

Inflação deve crescer 2,1% em 2020, prevê Banco Central

A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional para este ano é de 4%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

24 de setembro de 2020

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As projeções consideram variações no IPCA para setembro, outubro e novembro. (Foto: Reprodução)

Segundo projeções do Banco Central, a inflação deverá crescer 2,1% em 2020. Os números fazem parte do Relatório de Inflação divulgado nesta quinta-feira (24), em Brasília.

A meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional para este ano é de 4%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

As projeções de curto prazo consideram variações no IPCA de 0,40%, 0,30% e 0,27% para setembro, outubro e novembro.

Ainda de acordo com as projeções, em dezembro, a inflação acumulada em 12 meses deve recuar “acentuadamente” para 2,1%, “com o descarte da alta atipicamente elevada observada em dezembro de 2019, na esteira do choque nos preços das carnes”.

O BC destaca que, no cenário de curto prazo, haverá pressão sobre o preço dos alimentos e reversão da queda nos preços de serviços. “O aumento dos índices de mobilidade deve resultar em elevação de preços que ainda estão deprimidos, como os de passagem aérea, hospedagem, alimentação fora do domicílio e vestuário”, informa o BC.

Nos preços administrados, o Banco Central destacou o recuo que será registrado nas tarifas de planos de saúde em setembro, refletindo a suspensão dos reajustes no ano de 2020, e a projeção de redução no preço da gasolina a partir de outubro.

Fonte: Agência Brasil

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