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quinta, 06 de maio de 2021

Governo projeta ajuste de R$ 17,5 bilhões em despesas obrigatórias

O documento enviado ao Congresso mostra que, devido à previsão de inflação acumulada neste ano, despesas devem ter ajuste de R$ 18 bilhões.

23 de março de 2021

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Ajuste das despesas obrigatórias supera R$ 17 bilhões com nova estimativa do INPC (Foto: Divulgação)

O Poder Executivo deverá ajustar despesas discricionárias (de livre uso) para atingir a meta do teto de gastos neste ano, de R$ 1,486 trilhão, indica o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do primeiro bimestre.

O documento enviado na segunda-feira (22) ao Congresso Nacional mostra que, devido à previsão de inflação acumulada neste ano (4,4%, conforme o INPC), poderá haver um “estouro” de quase R$ 17,574 bilhões no teto de gastos.

O relatório bimestral é exigência da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Como o Orçamento para 2021 ainda não foi aprovado, os dados divulgados servem mais com indicativo de cenário, informa a Agência Câmara.

“Caso na próxima avaliação bimestral essa situação persista, e com a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), o Poder Executivo, caso necessário, tomará as providências para a adequação orçamentária das despesas”, diz o documento.

Gasto previdenciário

Quando enviou ao Congresso a proposta orçamentária para este ano (PLN 28/20), em agosto, o Poder Executivo estimou um INPC acumulado em 2,1% em 2021. O relatório bimestral traz projeção quase 2,2 pontos percentuais maior.

O INPC é usado para corrigir os benefícios previdenciários acima de um salário mínimo. Impacta, ainda, outros gastos que afetam o resultado primário das contas públicas – saldo de receitas menos despesas antes dos juros da dívida.

O relatório do primeiro bimestre indica que, do “estouro” de R$ 17,575 bilhões projetado no teto dos gastos, quase a metade (48%) terá origem no aumento das despesas previdenciárias (R$ 8,499 bilhões) em razão da inflação maior.

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