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quinta, 18 de agosto de 2022

Em embate com Anvisa, ministro afirmou que não compraria Coronavac

Eduardo Pazuello seguia, até então, a determinação do presidente de não comprar a vacina chinesa CoronaVac. À época disse: "é simples assim. Um manda e o outro obedece".

14 de março de 2021

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Pazuello disse que não contrariaria as ordens do presidente (Foto: Divulgação)

Sempre fiel às determinações do presidente Jair Bolsonaro, o minsitro demissionário da Saúde, Eduardo Pazuello, chegou a afirmar que seguiria a determinação do chefe de não comprar a CoronaVac, ainda que fosse aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O presidente havia afirmado que não compraria a vacina chinesa, mesmo após a aprovação da agência, alegando que havia “um descrédito muito grande” em relação ao imunizante. “A da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para a população”, declarou.

Em ato contínuo, o sempre fiel ministro reafirmou sua lealdade canina ao presidente. Em demonstração pública de submissão a Bolsonaro, Pazuello proferiu a célebre frase: “Senhores, é simples assim. Um manda e o outro obedece, mas a gente tem um carinho”, disse.

Em resposta, Bolsonaro viu a oportunidade de mais uma vez exibir seu estilo humorístico de “tio do pavê”: “Opa, está pintando um clima aqui”, gracejou.

Mudou de ideia

Como é de conhecimento público, o presidente mudou de ideia e o ministro, como de costume, obedeceu. O Brasil comprou e continua comprando doses de CoronaVac, que já estão imunizando a população.

Para além disso, no início da semana passada, o Ministério da Saúde enviou um ofício à embaixada da China no Brasil pedindo ajuda para a compra de 30 milhões de doses da vacina da farmacêutica chinesa Sinopharm.

Texto: Omar Gusmão

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