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domingo, 05 de dezembro de 2021

Depois de negar, Fachin autorizou PF a buscar provas contra Toffoli

O inquérito investiga suposto recebimento de R$ 4 milhões em troca de favorecimento em processos sobre 2 prefeitos do Estado do Rio de Janeiro no Tribunal Superior Eleitoral.

17 de maio de 2021

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Na sexta-feira (14), Fachin havia negado a investigação (Foto: STF)

Os dados de duas operações relacionadas à Lava Jato do Rio foram utilizados em uma apuração preliminar da Polícia Federal que resultou no pedido de inquérito contra o ministro Dias Toffoli. De acordo com a Folha de São Paulo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, autorizou a PF a buscar provas. Na sexta-feira (14), Fachin havia negado a investigação.

Fachin aceitou o argumento da PF de que o acordo de colaboração do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) tem uma cláusula que prevê o uso de informações coletadas nas operações Calicute, que prendeu o ex-governador, em 2016, e Boca de Lobo, que prendeu seu sucessor, Luiz Fernando Pezão, em 2018.

As informações serviram para embasar o relatório em que a PF diz que é preciso apurar suposto crime de corrupção de Toffoli em venda de decisões judiciais.

Antes da permissão de Fachin, o juiz Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, negou o compartilhamento por envolver pessoas com foro. O procurador-geral da República, Augusto Aras, se manifestou contra porque a PF não indicou quem eram os investigados.

Porém, o ministro do STF rejeitou a manifestação contrária da PGR durante a apuração preliminar e liberou o uso do material no âmbito do acordo de Cabral.

O inquérito investiga suposto recebimento de R$ 4 milhões em troca de favorecimento em processos sobre 2 prefeitos do Estado do Rio de Janeiro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Toffoli atuou na Corte eleitoral de 2012 a 2016.

Com informações do Poder 360

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