As consequências do sono  ruim

Mais da metade dos brasileiros enfrenta dificuldade para manter um ciclo de sono estável, segundo pesquisas recentes.

O sono ruim afeta metabolismo, imunidade, humor e memória, reduzindo a capacidade natural de reparo do corpo.

A fase REM é essencial para consolidar memórias e processar emoções; sua falta desorganiza o equilíbrio cerebral.

Insônia é considerada patológica quando ocorre três vezes por semana por mais de três meses, com prejuízo diurno.

Privação de sono eleva cortisol e reduz serotonina, aumentando o risco de ansiedade, depressão e problemas cardíacos.

Distúrbios do sono também favorecem inflamações e hipertensão, afetando foco e desempenho profissional.

Cresce o uso da telemedicina para tratar insônia, com terapia cognitivo-comportamental e monitoramento remoto.

Ajustes na rotina e boa higiene do sono ajudam a equilibrar melatonina, reduzir o estresse e restaurar o bem-estar.