Conheça a água-viva maior
que uma baleia-azul
A juba-de-leão é a maior água-viva do mundo. Seus tentáculos podem ultrapassar 30 metros, superando o comprimento da baleia-azul.
A juba-de-leão é a maior água-viva do mundo. Seus tentáculos podem ultrapassar 30 metros, superando o comprimento da baleia-azul.
Apesar do tamanho, sua estrutura é simples. O corpo mede cerca de dois metros de diâmetro, com tentáculos que funcionam como redes de pesca.
Apesar do tamanho, sua estrutura é simples. O corpo mede cerca de dois metros de diâmetro, com tentáculos que funcionam como redes de pesca.
Esses tentáculos usam células urticantes chamadas cnidócitos para paralisar peixes, crustáceos e até outras águas-vivas antes da digestão.
Esses tentáculos usam células urticantes chamadas cnidócitos para paralisar peixes, crustáceos e até outras águas-vivas antes da digestão.
A espécie habita águas frias e profundas do Atlântico Norte e do Ártico, onde encontra menos predadores e condições ideais para crescer.
A espécie habita águas frias e profundas do Atlântico Norte e do Ártico, onde encontra menos predadores e condições ideais para crescer.
Ainda assim, tartarugas, peixes grandes, aves e até outras águas-vivas podem se alimentar da juba-de-leão.
Ainda assim, tartarugas, peixes grandes, aves e até outras águas-vivas podem se alimentar da juba-de-leão.
O contato humano é raro, mas pode causar queimaduras e reações alérgicas. A toxina não é letal na maioria dos casos.
O contato humano é raro, mas pode causar queimaduras e reações alérgicas. A toxina não é letal na maioria dos casos.
O aumento da presença da espécie é visto como reflexo de mudanças ambientais, como sobrepesca, poluição e aquecimento dos oceanos.
O aumento da presença da espécie é visto como reflexo de mudanças ambientais, como sobrepesca, poluição e aquecimento dos oceanos.
A água-viva também desperta interesse científico: sua toxina, colágeno e regeneração são estudados para uso em medicina e cosméticos.
A água-viva também desperta interesse científico: sua toxina, colágeno e regeneração são estudados para uso em medicina e cosméticos.