Um buraco coronal no Sol, em formato de “borboleta gigante”, lançou vento solar que atingiu a Terra no domingo (14), provocando tempestade geomagnética intensa.
Um buraco coronal no Sol, em formato de “borboleta gigante”, lançou vento solar que atingiu a Terra no domingo (14), provocando tempestade geomagnética intensa.
A abertura solar chegou a 500 mil km de extensão, suficiente para alinhar 40 planetas como a Terra. Esses buracos permitem a fuga de vento solar.
A abertura solar chegou a 500 mil km de extensão, suficiente para alinhar 40 planetas como a Terra. Esses buracos permitem a fuga de vento solar.
O impacto causou uma tempestade geomagnética G3, considerada forte. Auroras foram vistas no norte dos EUA e em grande parte do Reino Unido.
O impacto causou uma tempestade geomagnética G3, considerada forte. Auroras foram vistas no norte dos EUA e em grande parte do Reino Unido.
Tempestades G3 podem gerar falhas em satélites, problemas de navegação e arrasto em órbitas baixas, segundo a NOAA.
Tempestades G3 podem gerar falhas em satélites, problemas de navegação e arrasto em órbitas baixas, segundo a NOAA.
A atividade deve diminuir até terça-feira (16), mas condições instáveis ainda podem provocar novas auroras nos próximos dias.
A atividade deve diminuir até terça-feira (16), mas condições instáveis ainda podem provocar novas auroras nos próximos dias.
Esses eventos são mais comuns em semanas próximas aos equinócios, quando os campos magnéticos da Terra e do Sol se alinham.
Esses eventos são mais comuns em semanas próximas aos equinócios, quando os campos magnéticos da Terra e do Sol se alinham.
O efeito Russell-McPherron explica o aumento: entre 1932 e 2014, tempestades foram duas vezes mais frequentes nessa época do ano.
O efeito Russell-McPherron explica o aumento: entre 1932 e 2014, tempestades foram duas vezes mais frequentes nessa época do ano.
Além de riscos para redes elétricas e satélites, as tempestades trazem espetáculos visuais: auroras boreais e austrais colorindo os céus.
Além de riscos para redes elétricas e satélites, as tempestades trazem espetáculos visuais: auroras boreais e austrais colorindo os céus.