Fósseis encontrados mudam
a visão sobre a evolução?
Fósseis encontrados na Etiópia mostram que Homo e Australopithecus coexistiram há 2,6 milhões de anos, mudando a visão sobre a evolução humana.
Fósseis encontrados na Etiópia mostram que Homo e Australopithecus coexistiram há 2,6 milhões de anos, mudando a visão sobre a evolução humana.
A descoberta preenche uma lacuna no registro fóssil e indica que a evolução não foi linear, mas marcada por várias espécies competindo por recursos.
A descoberta preenche uma lacuna no registro fóssil e indica que a evolução não foi linear, mas marcada por várias espécies competindo por recursos.
Pesquisadores do Projeto Ledi-Geraru identificaram dentes e fragmentos dentários bem preservados datados entre 2,78 e 2,59 milhões de anos.
Pesquisadores do
Projeto Ledi-Geraru
identificaram dentes e fragmentos dentários bem preservados datados entre 2,78 e 2,59 milhões de anos.
O pré-molar LD 302-23 foi atribuído ao gênero Homo, enquanto molares e outros fósseis pertenceram ao Australopithecus.
O
pré-molar LD 302-23
foi atribuído ao gênero Homo, enquanto molares e outros fósseis pertenceram ao Australopithecus.
Ambas as espécies dividiram território em ambiente seco e aberto, o que desafia teorias sobre o surgimento exclusivo do Homo nesses habitats.
Ambas as espécies dividiram território em ambiente seco e aberto, o que desafia teorias sobre o surgimento exclusivo do Homo nesses habitats.
As análises geológicas confirmam a importância de Ledi-Geraru para entender a linha do tempo da evolução humana.
As análises geológicas confirmam a importância de Ledi-Geraru para entender a linha do tempo da evolução humana.
Há indícios de uma espécie de Australopithecus ainda desconhecida, o que aumentaria a diversidade de hominíneos antes de 2,5 milhões de anos.
Há indícios de uma espécie de Australopithecus ainda desconhecida, o que aumentaria a diversidade de hominíneos antes de 2,5 milhões de anos.
O estudo foi publicado na revista Nature e destaca a complexidade e diversidade dos ancestrais humanos na África Oriental.
O estudo foi publicado na revista Nature e destaca a complexidade e diversidade dos ancestrais humanos na África Oriental.