O ser humano nasce corrupto?

A corrupção pode parecer inevitável, mas a neurociência mostra que não é um destino biológico. Estudos falam que:

Nosso cérebro entra em conflito entre dever e ganho ao se deparar com a chance de corromper.

Circuitos de recompensa e autocontrole influenciam decisões éticas e o risco de cair em tentações.

O ambiente também pesa: se todos ao redor agem de forma duvidosa, o cérebro tende a copiar.

Repetição de práticas corruptas dessensibiliza o “alarme moral” do cérebro ao longo do tempo.

Para prevenir, é essencial criar contextos sociais e institucionais que valorizem a ética.

Poder prolongado e falta de empatia deixam o cérebro mais egoísta e menos sensível ao coletivo.