Você emite uma luz  invisível, sabia?

Você emite luz — mas não vê. Um estudo mostra que organismos vivos emitem uma luz sutil, chamada de biofótons, até o exato momento da morte.

A luz foi registrada com uma técnica chamada emissão de fótons ultrafraca (UPE), que detecta partículas de luz de baixa intensidade ligadas à atividade celular.

Em camundongos, a luz apareceu nas patas, cabeça e órgãos. Mesmo após a morte, ela persistiu por quase uma hora e depois desapareceu por completo.

Em folhas de plantas, o brilho aumentou quando houve estresse físico ou químico. A luz vinha dos pontos afetados, indicando reação ao dano.

Segundo o Dr. Frank Oblak, “a emissão é uma marca da vida em funcionamento”. Onde há vida ativa, há luz — mesmo que invisível aos olhos.

A emissão parece estar ligada à presença de oxigênio e espécies reativas. Quando o oxigênio acaba, como na morte, a luz também cessa.

Pesquisadores acreditam que medir essa luz pode ajudar a detectar doenças como Alzheimer, identificando alterações celulares precocemente.

Embora ainda haja ceticismo, o avanço tecnológico está tornando possível estudar essa luz — talvez, no futuro, salvando vidas com ela.