Mistério resolvido! Origem de
pulsos de rádio na Via Láctea
é descoberta
Sinais que pareciam batimentos cósmicos a cada 2h intrigavam astrônomos há anos.
Sinais que pareciam batimentos cósmicos a cada 2h intrigavam astrônomos há anos.
Os pulsos vinham da constelação Ursa Maior, duravam de 30 a 90 segundos e eram detectados com regularidade, mas sem explicação clara.
Os pulsos vinham da constelação Ursa Maior, duravam de 30 a 90 segundos e eram detectados com regularidade, mas sem explicação clara.
Uma estrela anã branca em órbita com uma pequena anã vermelha foi identificada como responsável pelos pulsos.
Uma estrela anã branca em órbita com uma pequena anã vermelha foi identificada como responsável pelos pulsos.
Fenômeno raro
O campo magnético do par de estrelas gera os chamados “transientes de rádio de longo período” — ou LPTs.
Fenômeno raro
O campo magnético do par de estrelas gera os chamados “
transientes de rádio de longo período
” — ou LPTs.
Antes, só estrelas de nêutrons causavam esse tipo de pulso.
Antes, só estrelas de nêutrons causavam esse tipo de pulso.
Agora, sabemos que duplas estelares também podem emitir esses sinais intensos e duradouros.
Agora, sabemos que duplas estelares também podem emitir esses sinais intensos e duradouros.
Descoberta começou com um pulso isolado em 2015
Descoberta começou com um pulso isolado em 2015
Segundo observações, a anã vermelha balançava para frente e para trás, puxada pela gravidade da anã branca, confirmando a origem dos pulsos.
Segundo observações, a anã vermelha balançava para frente e para trás, puxada pela gravidade da anã branca, confirmando a origem dos pulsos.
A equipe seguirá monitorando o sistema em rádio, raios-X e luz ultravioleta para entender melhor o fenômeno.
A equipe seguirá monitorando o sistema em rádio, raios-X e luz ultravioleta para entender melhor o fenômeno.