O fim está próximo?

Cientistas preveem que o brilho crescente do Sol poderá ser o fim da biosfera terrestre, mudando drasticamente nossa capacidade de sustentar vida.

O intemperismo das rochas aumenta com mais luminosidade, removendo dióxido de carbono e dificultando a fotossíntese que sustenta a maioria das plantas.

Com menos CO₂, as plantas lutam para crescer, afetando cadeias alimentares inteiras.

O oxigênio também cai, ameaçando animais e ecossistemas.

Estudos sugerem que a vida ainda pode persistir por 1,6 bilhão de anos, dependendo de como temperatura, intemperismo e CO₂ interagem.

Indicativos mostram que essas mudanças podem ocorrer mais lentamente, dando espaço para adaptações. Mesmo assim, aquecimento e queda de CO₂ são desafios enormes.

Essa seleção natural afetará profundamente a biodiversidade vegetal.

Enquanto isso, cientistas criam modelos climáticos para entender melhor a resiliência futura da Terra.